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O machado de Deus nem sempre é de ferro. 6º parte
Mário Hort - 13/09/2016

Ingrid Hort nasceu e se criou em Blumenau, SC, num “ninho” familiar muito agradável, entre famílias unidas que dificilmente se separariam.

“Ingrid, quais foram as ‘machadadas’ que Deus usou para retirar a árvore de sua vida de convívio saudoso?”

“O corte do ‘machado’ de Deus foi o sonho de minha infância. Eu desejava ser enfermeira missionária, já tive um namorado e gozava de perfeita harmonia com meus pais. Aos 16 anos de idade tive a oportunidade de mudar para Porto Alegre, onde concluí meus estudos e me formei enfermeira. Passei a maior parte dos 30 anos, como enfermeira em UTI de cirurgias cardíacas, em minha carreira em Porto Alegre”, declarou.

“Minha mãe comprava muitos livros, que me fizeram sonhar e viajar pela leitura, como o fazia também a minha mãe, pois ela leu o livro: “A princesa Ingrid” e com isso me registrou pelo nome da princesa,” recordou com felicidade.

“Com as leituras encontrei um livro sobre “A Igreja que sofre por amor ao Evangelho” e foi essa leitura e de vários livros de missões, que eu encontrei os caminhos para Cuba, Guiné Bissau, Conakry, Senegal na África, e muitos países através da missão internacional”, concluiu Ingrid.

Ingrid, qual foi a segunda “machada de Deus”, que lhe preparou para sua obra?

“O segundo corte aconteceu após a formatura. A decisão mais difícil foi não retornar para casa de meus pais, para crescer profissionalmente, pois meu grande amor, depois de Jesus foi minha profissão, que eu queria desenvolver”, enfatizou.

“O terceiro corte mais forte foi o trabalho hospitalar abdicando de compromissos com amigos. Dessa forma esse também foi o começo de minha vida missionária, porque estive muitas vezes sozinha, enquanto em casa eu teria tido um “ninho” pronto com tudo, mas então eu preferi sair para os campos missionários, onde as coisas nem sempre são fáceis”, concluiu.

O “machado” de Deus pode ser evangelista ou Juiz, mas Deus também pode plantar novos “carvalhos” com a sua vida e para futuras gerações.
Multidões de mulheres são flagradas por detetives em motéis e traições. Os carvalhos dos “deuses da traição” formam florestas modernas, arruínam as famílias e superlotam os presídios, por crimes passionais.

Ninguém mais é apedrejado, mas as traições são vingadas por homens e mulheres, que matam e mandam matar. Nos tempos bíblicos uma senhora foi flagrada em adultério e a levaram para Jesus, para saber o seu veredito.

Jesus simplesmente disse: “Quem entre vocês estiver sem pecados, atire a primeira pedra” e inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. Quando ouviram isto, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.

“Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?” E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: “Eu também não te condeno, porém, vá e não peques mais, para que não te aconteça coisa pior.” João 8: 1-8. João 5: 14.

Com esse “machadinho”, Jesus cortou para sempre o carvalho milenar, do apedrejamento de mulheres.

A Escritura adverte: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.” Gálatas 6:7 Clame a Deus dizendo: “Senhor, eu ainda sou um “carvalho” velho e não fui renovado pelo Espírito Santo. Toma lugar agora em minha vida. Eu quero ser um “carvalho” novo. Eu entrego o meu caminho ao Senhor, e sei, que o mais o Senhor fará. Amém”.

Mário Hort

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