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A força do amor conjugal
Mário Hort - 04/12/2017

A força do amor conjugal

1° parte

A primeira sociedade humana foi constituída pela união conjugal, entre um homem e uma mulher. Deus criou a união conjugal com a maior força de atração sexual, para garantir a continuidade da vida humana e a administração do planeta terra. Porém, as turbinas mais potentes de uma aeronave devem ser cuidadosamente controladas por homens ou mulheres, para evitar a morte dos pilotos e dos passageiros.

A maior força impulsora conjugal consiste na atração sexual, porém é ela que mais precisa da graça de Deus. Um simples aperto de mãos, piscar de olhos ou um beijo nos lábios pode finalizar uma guerra, sem “congressos e tratados de paz” em uma união conjugal, porém isso é possível somente pela força do amor conjugal, e o menor desvio no emprego desta “força” pode trazer o inferno para a casa e toda vida do casal.

O Senhor observou a beleza e a felicidade de todas as espécies com suas “famílias”, e desta beleza e de seus prazeres, o Criador teve uma ideia ainda mais fantástica: colocou a mulher nos braços do homem, para com ela viver a felicidade conjugal e familiar. Gen 2: 18.

A sexualidade não foi o motivo único na formação da união conjugal, mas é sim, o “clímax” da força da união. O desejo sexual é como uma “saudade” incontrolável, que só se acalma, após uma relação sexual saudável, e essa necessidade deve ser saciada apenas pelo cônjuge, para não confundir o GPS dos impulsos sexuais.

Não satisfaça seus desejos sexuais em endereços errados, pois você vai confundir o mapa do GPS da força impulsora de sua alma, e pode perder o “endereço” de sua casa. Após uma experiência extraconjugal, você pode estar perdido em seus sentimentos para sempre.

O Senhor colocou este gerador de energia no peito do homem e da mulher, para constantemente recarregar as baterias do desejo sexual. E parece contraditório, mas este gerador “carrega” as baterias na ausência e na separação de corpos e se acalma somente com a união conjugal. Não deve ser precisamente em um ato sexual, pois até um beijo, abraço ou uma mão estendida pode saciar esta necessidade.

Escrevo estas linhas há poucas quadras do hospital, aqui em Cascavel, onde recebi o recado, que não existiria nenhuma chance para a minha sobrevivência, após o infarto. (Completando dez anos do milagre de minha nova chance).

Ao sair do hospital e respirando com dificuldades, falei muitas vezes para a esposa: “Natalia esta é a melhor lua de mel de nossa vida conjugal”. E em tudo isso, a força do amor conjugal foi apenas a mão estendida da esposa.

Porém, é óbvio que a força impulsora da união conjugal conduz para a união sexual do casal.

É um tremendo agravo quando uma das partes nega a união sexual ao seu cônjuge, sem motivos justificáveis. Leia nosso livreto: “Lágrimas no Leito Conjugal”.

 

Mário Hort 

Mário Hort

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